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É muito comum que por volta dos dois anos de idade (às vezes antes disso) a criança descobrir que tem muito poder e que as suas atitudes têm uma resposta por parte do adulto. Utiliza a hora
da alimentação para informar os pais que é ela que dirige as operações.
É importante referir que nesta idade dá-se, no desenvolvimento infantil, a chamada 1ª Adolescência. Os técnicos de educação, psicólogos e pedo-psiquiatras estão preparados para compreender esta etapa do desenvolvimento infantil mas os pais podem não estar conscientes.
Seguindo este raciocínio, o que é que um adolescente faz? Provoca, chama a atenção através das mais variadas formas.
Na creche durante a minha experiência como Educadora de Infância era muito comum nos grupos de 2 anos, a hora da refeição ser uma autêntica batalha bélica.
Deve-se alimentar a criança ou ajudar a alimentar-se não a obrigando a ingerir os alimentos. Nem deixando que este momento seja de disputa pelo comando. Deve pelo contrário ser um momento de prazer e descoberta dos vários alimentos que lhes apresentamos, podendo para isso vestir-se a criança com vestuário apropriado para que se possa sujar e aprender a ser autónomos.
Se não dermos alimentos entre as refeições, mesmo que um bebé ou uma criança coma muito mal numa delas, poderão noutra compensar ingerindo uma maior quantidade.
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Hoje em dia, o ritmo do nosso estilo de vida citadino é muito frenético, pelo menos para a maioria de nós que trabalha e passa a maior parte do dia fora de casa. Corremos para o trabalho, para a escola ou jardim de infância, para o supermercado para suprir as nossas necessidades e por vezes esquecemo-nos ou simplesmente não temos tempo de parar para nos observar ou para olhar para o que nos rodeia.
Este facto para mim é muito importante! Para sermos pais e líderes nos
dias de hoje temos de estar atentos à mudança, à evolução que é
constante. Isso é muito visível nas nossas crianças, já que eles, muito
mais do que nós, são "esponjas" do ambiente que as rodeia.
Logo para sermos bons líderes, bons orientadores devemos estar aptos a
receber a informação e a mudar a nossa acção se acharmos necessário.
As próprias crianças estão mais exigentes, mais carentes de atenção, de
espíritos alertas que as guiem e com amor as orientem sobre que caminho a
percorrer ou que escolha fazer.
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