Entrada seta Educação
Educação
Alimentação! Guerra não! PDF Imprimir e-mail

lutacomida.jpgÉ muito comum que por volta dos dois anos de idade (às vezes antes disso) a criança descobrir que tem muito poder e que as suas atitudes têm uma resposta por parte do adulto. Utiliza a hora
da alimentação para informar os pais que é ela que dirige as operações.
É importante referir que nesta idade dá-se, no desenvolvimento infantil, a chamada 1ª Adolescência. Os técnicos de educação, psicólogos e pedo-psiquiatras estão preparados para compreender esta etapa do desenvolvimento infantil mas os pais podem não estar conscientes.

Seguindo este raciocínio, o que é que um adolescente faz? Provoca, chama a atenção através das mais variadas formas.

Na creche durante a minha experiência como Educadora de Infância era muito comum nos grupos de 2 anos, a hora da refeição ser uma autêntica batalha bélica.

Deve-se alimentar a criança ou ajudar a alimentar-se não a obrigando a ingerir os alimentos. Nem deixando que este momento seja de disputa pelo comando. Deve pelo contrário ser um momento de prazer e descoberta dos vários alimentos que lhes apresentamos, podendo para isso vestir-se a criança com vestuário apropriado para que se possa sujar e aprender a ser autónomos.

Se não dermos alimentos entre as refeições, mesmo que um bebé ou uma criança coma muito mal numa delas, poderão noutra compensar ingerindo uma maior quantidade.

Ler mais...
 
Tempos de Qualidade PDF Imprimir e-mail

137.jpgHoje em dia, o ritmo do nosso estilo de vida citadino é muito frenético, pelo menos para a maioria de nós que trabalha e passa a maior parte do dia fora de casa. Corremos para o trabalho, para a escola ou jardim de infância, para o supermercado para suprir as nossas necessidades e por vezes esquecemo-nos ou simplesmente não temos tempo de parar para nos observar ou para olhar para o que nos rodeia.

Este facto para mim é muito importante! Para sermos pais e líderes nos dias de hoje temos de estar atentos à mudança, à evolução que é constante. Isso é muito visível nas nossas crianças, já que eles, muito mais do que nós, são "esponjas" do ambiente que as rodeia.

Logo para sermos bons líderes, bons orientadores devemos estar aptos a receber a informação e a mudar a nossa acção se acharmos necessário.

As próprias crianças estão mais exigentes, mais carentes de atenção, de espíritos alertas que as guiem e com amor as orientem sobre que caminho a percorrer ou que escolha fazer.

Ler mais...
 

Newsletter

Receba notícias nossas:







Advertisement
[+]
  • Increase font size
  • Decrease font size
  • Default font size